quinta-feira, 31 de julho de 2008
Microsoft exibe computador esférico
Após Surface e Touch Wall, Microsoft exibe computador com display em forma de esfera sensível ao toque.
A Microsoft revelou mais um projeto que torna o PC operável por meio de toques e movimentos das mãos.
Antes, a companhia já havia estreado o Surface, mesa que reconhece movimentos e já é vendida comercialmente para empresas, e o Touch Wall, um PC para uso doméstico que permite realizar operações – como mudar a faixa de uma música ou rodar um vídeo – apenas fazendo gestos com as mãos. O Touch Wall projeta imagens na parede.
Agora, a Microsoft revelou um projeto feito em parceria com a empresa Global Imagination que cria um PC em uma esfera.
Os princípios de operação são similares aos do Surface. Com toques sobre a superfície, é possível executar arquivos, mover fotos, abrir documentos e realizar outras operações.
Por seu formato esférico, o Microsoft Sphere, como já é chamado o PC redondo, é ideal para projetar mapas do mundo e mostrar fenônemos naturais, como as mudanças da luz na Terra ao longo do dia e o movimento do planeta no universo.
Testes com o Microsoft Sphere mostram imagens da Nasa projetadas no computador. Um vídeo com imagens do computador em funcionamento foi postado no YouTube.
A Microsoft não tem planos de vender o PC esférico no curto prazo.
Ex-Googlers criam novo serviço de busca
Uma start-up comandada por ex-executivos do Google revelou no domingo (27/07) um mecanismo de busca na internet que pode superar o líder do mercado em abrangência da rede.
O Cuil (pronuncia-se “cul”) é um novo serviço de pesquisa, disponível no www.cuil.com, capaz de indexar mais rapidamente e de forma mais barata uma quantidade de conteúdo maior do que a oferecida pelo Google.
A tecnologia utiliza técnicas conhecidas, que se baseiam em links e em padrões de tráfego de audiência, mas que também analisam o contexto de cada site e os conceitos relacionados a cada pesquisa do usuário.
“Nossos avanços na tecnologia de busca online nos permitiram indexar muito mais, colocando quase que todo o material da rede ao alcance dos internautas", disse Tom Costello, co-fundador do Cuil e CEO, em comunicado.
Danny Sullivan, analista de busca online, disse que o Cuil deve explorar as reclamações dos usuários do Google – os quais afirmam que os resultados favorecem sites já populares.
“A hora para surgir um concorrente é agora”, alertou Sullivan, “Mas competir com o Google ainda é uma tarefa assustadora, como a Microsoft pode lhe comprovar”.
A líder mundial dos softwares ocupa o 3º lugar no mercado de buscas online e tem fracassado em unir forças com o Yahoo!, segundo lugar, para combater o Google.
Surge nova forma de explorar brecha no DNS
A ferramenta de ataque, denominada Evilgrade, foi demonstrada pela entidade Infobyte Security Research. Ela usa o recurso de atualização automática de vários produtos, como Java, Winzip, Winamp, Mac OS X, OpenOffice, iTunes e LinkedIn Toolbar.
Segundo a Infobyte, o Evilgrade é modular, e cada módulo implementa um falso sistema de atualização desses produtos.
O ataque usa a brecha no sistema de nomes de domínio da internet (DNS) e as brechas nesses serviços de atualização para invadir os micros vulneráveis. O usuário, ao tentar fazer uma atualização, é redirecionado para um site falso, que instala programas maliciosos em sua máquina.
Na última sexta-feira, 25/7, o CERT da Áustria informou que, embora Microsoft, Cisco e várias outras empresas tenham lançado correções para o problema no dia 8/7, quase 70% dos servidores DNS de seu país ainda não tinham sido atualizados.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Saiba quanto ganham os profissionais de tecnologia e internet no Brasil



Profissionais que trabalham com internet tiveram maior aumento salarial, revela pesquisa de salários da Lopes & Borghi.
Em menos de um ano, os profissionais de tecnologia que trabalham com internet foram os que tiveram maior aumento salarial, em comparação com 2007.
Segundo a Lopes & Borghi Consultores Associados, o menor salário de um webmaster passou de 1.600 reais em setembro de 2007 para 4.990 reais em junho de 2008, uma valorização de 200,6% em pouco menos de um ano (confira as tabelas de salários desta reportagem).
“Não houve valorização em uma determinada área. Acontece que existe maior demanda por alguns profissionais. O que está tendo um ‘upgrade’ salarial é a atividade”, explica o presidente da Lopes & Borghi, Benedito Borghi.
O levantamento da consultoria considerou 48 empresas do Estado de São Paulo, com faturamento de até 150 milhões de dólares e sob o regime de contratação CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).
O mesmo salto foi vivido pelo cargo de webdesigner, cujo salário mínimo passou de 1.300 reais para 3.800 reais - quase o triplo. Com o desenvolvedor web não foi diferente: em 2007, o menor valor era 1.200 reais e, este ano, 4.500 reais - um aumento de quase 4 vezes.
O programador sênior, que é a base comparável ao salário do Search Engine Optimizer (SEO), manteve-se estável, com a média em torno de 5.700 reais.
Os analistas de help desk também foram ‘vítimas’ de aumento, com média salarial passando de 1.066 reais para 1.830 reais.
“Também há a questão da competitividade, pessoas mudando de emprego e ganhando mais”, expõe o presidente da Lopes & Borghi.
Borghi revela, contudo, que há uma categoria sendo, de fato, valorizada na área - a comercial. Os gerentes de venda de soluções de tecnologia estão ganhando entre 12 mil e 18 mil reais mensalmente. “Os vendedores chegam a receber 350 mil reais ao ano”, aponta.
Com relação à qualificação dos profissionais, Borghi explica que o drama continua o mesmo. “E não é falta de alternativas para qualificação e formação. É falta de iniciativa do profissional”, ele opina.
Vale a pena investir em graduação de tecnologia da informação?
O mercado de Tecnologia da Informação passa por um momento, no mínimo, curioso. Ao mesmo tempo em que as empresas reclamam de falta de profissionais e anunciam que estão com diversas vagas em aberto, a procura por cursos superiores de tecnologia caiu.
Por que os jovens não estão se sentindo atraídos pela profissão? Será que as empresas de TI não oferecem retorno suficiente para fazer uma pessoa investir quatro anos, ou mais, em um curso de graduação na área? Ou é apenas um fenômeno cultural brasileiro?
Para tentar entender a questão, o COMPUTERWORLD foi atrás de um especialista que pudesse definir em que categoria se encaixam os gastos com cursos de graduação e entender se vale a pena investir na profissão.
> Discuta carreira da CW Connect, a rede social do COMPUTERWORLD.
Segundo Gustavo Cerbasi, sócio-diretor da Cerbasi & Associados, empresa de planejamento financeiro, e autor de diversos livros sobre o assunto, como “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” (editora Gente) e “Finanças para Empreendedores e Profissionais Não Financeiros” (editora Saraiva), explica que as despesas com educação própria devem ser encaradas como investimento.
“Investimos em nossa educação com o objetivo de aumentar nossa renda. É uma de nossas escolhas mais relevantes”, afirma o consultor. Na prática, só faz sentido dispor de tempo e dinheiro em cursos se for para melhorar o desempenho profissional ou aumentar as opções no mercado de trabalho. Ou seja, antes de encarar quatro anos pagando mil reais em uma faculdade, é preciso saber qual a rentabilidade desse investimento.
Calcular o retorno que o profissional terá ao investir em um curso é relativamente simples. Por exemplo, se um curso de R$ 5 mil certifica um profissional a prestar um serviço que pode ser vendido por R$ 100 cada (sem considerar os custos de software e hardware do serviço), ele terá que fechar negócio com 50 clientes para recuperar o valor investido. Só depois desses 50 clientes é que o investimento no curso começaria a gerar resultado para o profissional.
No caso de alguém que vai trabalhar apenas para uma empresa, é possível calcular o retorno com base nos meses de trabalho necessários para recuperar o que foi investido no curso.
Partindo desses princípios, e nos valores dos salários praticados no mercado, segundo pesquisa da consultoria Lopes & Borghi, é possível ter uma idéia do que faz os profissionais ficarem longe dos cursos de graduação mais longos, como Ciência da Computação ou Engenharia da Computação, optando por cursos mais curtos e baratos.
Um administrador de banco de dados, por exemplo, começa ganhando 1,8 mil reais por mês, de acordo com a pesquisa. Em dois anos, um aspirante a profissional pode concluir o curso de tecnólogo em Tecnologia em Banco de Dados da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), que custa 787 reais por mês. Em menos de um ano, e considerando a pior alternativa de salário, seria possível pagar o investimento e começar a receber os lucros.
Se optar pela graduação tradicional, o retorno do investimento em educação do estudante vai demorar o dobro para acontecer. E sem grandes perspectivas de ganhar mais do que o outro estudante que é formado em cursos de dois anos.
De acordo com Cerbasi, um investimento em profissionalização é razoável se possibilita um retorno em até dois anos. “Mais do que isso, o profissional ganhará mais aplicando suas reservas em alternativas de menor risco como imóveis ou produtos financeiros como fundos de ações”, explica.
Opinião do Leitor
Triste a análise que o "especialista" faz. Se a questão é o que dá mais retorno sobre investimento, então a análise dele está totalmente errada. Melhor para o candidato a rico aplicar na bolsa ou abrir uma empresa. Fazer um curso é perda de tempo. Acontece que o "especialista" erra totalmente porque deixa de considerar coisas como carreira, realização, reconhecimento. Se ele estivesse certo não teríamos médicos, nem engenheiros, nem advogados, nem qualquer profissão. Só gente tentando ficar rica. Que visão de mundo!
A resposta foi tão ruim que proponho mudar radicalmente a pergunta: "se quero ser um bom profissional de TI, que curso devo fazer?"
Geraldo Coen
Geraldo - 27 Jul 2008, 15h22
Levantamento
A comparação do especialista foi muito superficial e até figo um pouco infeliz.
O que todos sabemos é que a área de TI é muito ingrata.
Vai demorar alguns anos para o mercado e as faculdades consolidarem um conceito ideal de profissional de TI.
Enquanto isto não é realidade teremos que ter bola de cristal.
Atualmente há inversão de valores e na área. Um bom profissional de TI tem q ser superheroi e saber de tudo. Não basta saber de info. tem que ter adm, PMBuk, RUP e por ai vai.
Darlan - 25 Jul 2008, 17h40
Especialista ? 1
Desculpa mas esse especialista esta pecando e muito
cristiano - 25 Jul 2008, 13h05
Como é o novo profissional de tecnologia da informação
Ao participar de um processo de seleção, o postulante a uma vaga passa por diversas avaliações. Na análise, apesar de se tratar de uma profissão técnica, o conhecimento do profissional em tecnologia pode acabar não tendo o maior peso. As habilidades de comunicação e a capacidade de trabalhar em equipe estão, no mercado atual, cada vez mais valorizadas.
“Existem muitas empresas que têm uma cultura organizacional extremamente forte. Ter afinidade com essa cultura é mais importante do que o conhecimento técnico”, destaca Francine Mazzafero Graci, diretora da Fesa, empresa especializada em recrutamento executivo. “Toda companhia procura profissionais maduros, que saibam delegar e tenham formas de controle do trabalho claras”, diz Francine.
Jairo Okret, sócio-diretor da Korn/Ferry, especializada em Recursos Humanos, explica que a avaliação de um profissional ocorre em três etapas. A primeira é a análise técnica, na qual o objetivo é saber se o candidato possui experiência e o conhecimento necessário para exercer a função. Na segunda etapa, é feita uma avaliação comportamental. Nesse momento, o que conta é a capacidade de liderança, de trabalhar em equipe e, principalmente, na opinião de Okret, compostura. Na última fase, são checadas as referências do profissional.
Basaglia chama atenção para o fato de, cada vez mais, o profissional técnico precisar conhecer negócios. Isso ocorre por conta da importância estratégica que o setor de TI vem ganhando dentro das corporações. “A habilidade de comunicação é muito importante. O profissional precisa saber adequar a linguagem técnica para a de negócios. O cliente ou usuário deve entender o que se está falando”, determina o executivo.
Quem já está no mercado também tem percebido essas mudanças. Marcelo Thalenberg, profissional da área de consultoria em São Paulo e participante da CW Connect, alerta em discussão na rede social que o problema com a mão-de-obra em TI é mais humano do que relacionado à parte técnica. Segundo ele, o conhecimento técnico representa só 20% do resultado final e os outros 80% são habilidades de como liderar as pessoas. Para Basaglia, a relação entre a importância do conhecimento técnico e do conhecimento de negócios já está em 50%.
Outro participante da rede social criada pelo COMPUTERWORLD, Ricardo Fernando Santos de Almeida, conta que quando sua empresa percebeu que os processos dependiam da TI, as carreiras que eram vistas por um viés técnico passaram a exigir competências de gestão do profissional. “Acredito que hoje a carreira de TI exige um porcentual quase igual de ciências humanas e técnicas para seguir o caminho certo do mercado”, defende.
Calculadora da graduação: Veja se vale a pena se formar em TI
A idéia de Gustavo Cerbasi, sócio-diretor da empresa de planejamento financeiro Cerbasi & Associados, é simples: o retorno do investimento curso superior é medido ao comparar o preço total e o salário médio de um profissional formado.
Assim, é possível saber em quantos meses o aluno terá o ROI da educação. Cerbasi afirma que só é razoável o investimento em educação se o retorno chega em até dois anos. "Caso contrário, é melhor investir em imóveis, por exemplo", diz.
Combinando essa idéia com os valores dos salários praticados no mercado brasileiro, definido por pesquisa da consultoria Lopes & Borghi, o COMPUTERWORLD listou alguns cursos em várias faculdades para identificar o retorno financeiro.
Um administrador de banco de dados, por exemplo, começa ganhando 1,8 mil reais por mês. Em dois anos, um aspirante a profissional pode concluir o curso de Tecnologia em Banco de Dados da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista) por 787 reais mensais. Em menos de um ano, esse profissional paga o investimento e já recebe os lucros.
Se ele optar pela graduação tradicional e partir para a administração de banco de dados, o retorno do investimento da graduação vai demorar o dobro. Nesse caso, quem cursou a graduação em 4 anos não tem perspectivas de ganhar mais do que o outro estudante que é formado em cursos de dois anos.
Para um estudante de Ciência da Computação da FEI (Faculdade de Engenharia Industrial) trabalhar como administrador de banco de dados não compensaria o investimento. Como o curso tem duração de quatro anos e custa 905 reais por mês, para recuperar o valor gasto seria necessário, pelo menos, 27 meses (considerando o menor salário inicial). O mesmo curso na PUC de São Paulo custa um pouco mais: 953 reais.
Cenário melhor em outras funções
Outras atividades na área, é verdade, apresentam uma melhor situação. Um analista de sistemas pleno começa ganhando 3,4 mil reais, valor suficiente para pagar o curso da PUC em pouco mais de um ano.
Ao mesmo tempo, é possível se formar tecnólogo em análise de sistemas, curso de apenas dois anos, na Faculdade IBTA pagando 730 reais por mês. Em apenas um semestre de trabalho o investimento já estará pago.
A possibilidade de se formar em menos tempo faz da análise de sistemas o melhor investimento, tomando como base a pesquisa da Lopes & Borghi. Outras profissões até pagam melhor, mas acabam esbarrando no custo da formação.
Um arquiteto de soluções, por exemplo, começa ganhando 6,8 mil reais. Mesmo assim, o profissional levaria mais tempo para pagar o curso de Engenharia da Computação da Fiap, por exemplo, que tem duração de cinco anos e custa 980 reais por mês.
A pior opção para um recém-formado é trabalhar como analista de help desk. Mesmo considerando o maior salário, levaria quase dois anos para pagar um curso de Ciência da Computação na FEI. O salário inicial, de 1 mil reais, não pagaria em tempo razoável nem os cursos de tecnólogo.
Esse cálculo serve para dar uma idéia do valor que se obtém ao encarar uma faculdade de tecnologia. Porém, não leva em consideração outros resultados que não se refletem em números, como os contatos adquiridos durante o curso e a consolidação do profissional no mercado.
De qualquer forma, se quiserem contar com profissionais mais qualificados, as empresas de TI precisam começara a investir ou em aumentar os salários iniciais da categoria, ou em mostrar que, num prazo mais longo, o profissional poderá ter um retorno satisfatório caso decida investir em cursos de bacharelado.
sábado, 26 de julho de 2008
O "Audio Bone Aqua"

TÓQUIO, 25 Jul 2008 (AFP) - Uma pequena companhia japonesa lançou no mercado novos fones de ouvido que utilizam os ossos do crânio como meio de transmissão e que podem ser usados na piscina, no mar ou tomando banho.
O "Audio Bone Aqua" é colocado nas orelhas e transmitem diretamente para o crânio as vibrações geradas pela música. Este sinal se propaga assim para o ouvido interno, sem que o tímpano entre em ação.
A percepção dos sons é um pouco diferente da dos fones tradicionais, mas a permanece fiel aos tons originais, principalmente se usada a versão de vibrações amplificadas e de espectro estendido, uma tecnologia patentada pela empresa Morito, criadora do produto.
Com esta técnica, garantem, não há risco de prejudicar o tímpano e muito menos os sons exteriores são prejudicados.
Morito espera vender 30.000 "Audio Bone Aqua" por ano no Japão.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Falha abre correio de voz de clientes Claro
A falha foi localizada na região de Ribeirão Preto (DDD 16), interior paulista, e aconteceu ao longo da tarde de quarta-feira (24).
O problema acontecia quando algum usuário telefonava para um cliente Claro da região que, por algum motivo, estivesse sem sinal - como estar em área sem cobertura ou com o aparelho desligado.
Nestes casos, o usuário acessava diretamente a caixa postal do cliente Claro e podia ouvir as mensagens ali armazenadas.
Em nota, a Claro esclareceu que o problema ficou restrito à região de DDD 16 e ocorreu apenas entre às 15h30min e 16h45min, quando foi solucionado.
Uma falha no software responsável por gerenciar o sistema de caixa postal foi o responsável pelo problema, explicou a Claro.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
O modelo C905 Cybershot

A Sony Ericsson acaba de apresentar o primeiro celular disponível mundialmente e equipado com câmera de alta resolução de oito megapixels, enquanto os fabricantes de celulares renovam seu ataque aos fabricantes de câmeras tradicionais.
Os melhores celulares com câmeras dispõem, há cerca de um ano, de câmeras de cinco megapixels, comparáveis à maioria das câmeras digitais. Alguns poucos modelos de resolução mais alta são vendidos na Coréia do Sul.
O modelo C905 Cybershot, da Sony Ericsson, chegará ao mercado no quarto trimestre, em tempo para a temporada de festas. Os analistas dizem que a Samsung Electronics e a LG Electronics também devem lançar, em breve, modelos dotados de câmeras mais poderosas.
A líder entre os fabricantes de celulares, Nokia, equipará seu próximo modelo principal, o N96, com uma câmera de cinco megapixels, mas também está considerado a adoção de câmeras com resolução mais alta.
O poderoso celular C905 da Sony já vem com a tecnologia flash de Xenon, pronto para acesso Bluetooth, conexão Wi-fi, tela de 2.4 polegadas, chip GPS inovador, com o qual é possível saber sua posição no mapa logo após tirar uma fotografia.
E o melhor de tudo: o celular vem com uma câmera integrada de 8.1 megapixels ! Recurso mais do que suficiente para tirar ótimas fotos em qualquer ambiente que esteja.
Samsung exibe câmera de 8 megapixels

A Samsung lançou na Coréia do Sul o innov8 (i8510), celular com câmera fotográfica de 8 megapixels.
Por poucos dias, a Samsung perdeu a corrida para a concorrente Sony Ericsson, que exibiu na semana passada o celular C905, com câmera de 8,1 megapixels.
Os recursos de fotografia do innov8 parecem interessantes: a câmera do novo celular da Samsung tem auto-foco, “detector de sorrisos” (recurso que fotografa quando identifica um sorriso) e reconhecimento de faces. Há uma ferramenta para editar fotos, vídeos e música, o Movie Maker e Story Board.
O innov8 tem duas opções de capacidade de armazenamento, de 8 GB ou 16 GB. Há ainda um slot para cartão microSDHC que suporta até 16 GB. Tem GPS, o que possibilita gravar tags de localização em todas as fotografias tiradas com a câmera, além da navegação. É compatível com 3G/HSDPA, Bluetooth e Wi-Fi. Tem player de MP3 e rádio FM. O aparelho toca vídeos em diversos formatos como DivX, WMA e Real Player.
A Samsung anunciou que oferecerá o produto na Europa em agosto e, nos outros mercados, a partir de setembro. Ainda não há preço definido.
Google investiga falha que parou orkut
Um problema na criação de novos perfis na rede social é apontado como possível origem da falha. No final da tarde de segunda-feira, alguns usuários eram enviados para o perfil de terceiros, logo após se logar no orkut.
A confusão fez o Google tirar a rede social do ar por oito horas e seu acesso só foi normalizado na madrugada de segunda para terça. Inicialmente, o Google justificou a falha como uma “manutenção não periódica”, expressão usada pela companhia.
Agora, uma análise detalhada deve apontar a origem da falha. A empresa descarta que fatores externos, como um ataque a seus servidores, possam ter obrigado a rede a sair do ar.
Servidores nos EUA - Segundo o Google, os servidores que hospedam o conteúdo da rede ficam na Califórnia. Um recente acordo entre a divisão brasileira do Google e Ministério Público, firmado durante a CPI da Pedofilia, no Senado, exigiu que o conteúdo gerado por usuários brasileiros fosse replicado em servidores no Brasil.
A exigência visa tornar mais fácil investigar internautas acusados de usar a rede social para cometer crimes – como a troca de material pedófilo, por exemplo.
Com as páginas hospedadas nos Estados Unidos, a Justiça brasileira tinha dificuldades de ter acesso a informações de usuários da rede social.
O Google também anunciou que introduzia um novo filtro de conteúdo no orkut para tentar identificar automaticamente conteúdos suspeitos. O filtro estreou dia 2 de julho.
O período de mudanças no orkut incluiu a estréia, no dia 10 de julho, do OpenSocial, ferramenta que permite a desenvolvedores terceiros criar widgets para funcionar na rede social.
Apesar de muito popular no Brasil, o orkut vem perdendo audiência na América Latina, de acordo com relatório da comScore.
O grupo de análise de audiência aponta que entre abril/07 e abril/08, o orkut perdeu 8 milhões de usuários no continente.
No mesmo período, redes concorrentes como o MySpace, Facebook, Hi5 e Sonico registraram alta.
PF prende bando que vendia drogas pela web
Segundo a PF, um grupo liderado por um cidadão uruguaio, a partir de Montevidéu, desenvolveu vários websites de farmácias falsas. Estes sites ofereciam a venda de medicamentos controlados sem receita, como antidepressivos, remédios para dormir e drogas para disfunção erétil.
Os produtos eram enviados a seus compradores no Brasil, no Uruguai e nos Estados Unidos por meio de empresas de remessas, como os Correios. Segundo a Polícia Federal, os presos serão denunciados por crime de tráfico internacional de drogas.
Uma quinta pessoa foi presa pela polícia uruguaia em Montevidéu. A investigação contou com o auxílio da Interpol e do Drug Enforcement Administration, a agência antidrogas dos Estados Unidos.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Veja os empregos de TI à prova de recessão
O engenheiro de software é o segundo profissional mais procurado e resistente à crise, segundo o JobFox, que o cita como uma das funções que terá o maior crescimento de demanda até 2016. Seis funções específicas de TI estão entre os Top 20.
Leia também:
O programador está atrás apenas do executivo de vendas e de desenvolvimento de negócios (para qualquer tipo de empresas), função que lidera o ranking que considera a demanda de profissionais e a manutenção dessa procura ao longo dos últimos oito meses (novembro de 2007 a julho de 2008).
Outros empregos relacionados a TI estão no “top 20” do ranking: administrador de redes, em 6° lugar, cujo número de profissionais no mercado é inferior à demanda; analista de implementação de software em empresas, em 8°; gerente de projetos (incluindo TI), 11°; administrador de bancos de dados, 14°, com mais demanda conforme o profissional é mais experiente; executivo de tecnologia, 16°, com perspectivas ainda melhores para aqueles que se especializam em tecnologia móvel e web 2.0.
Confira a seguir a lista completa do Top 20:
1° - Executivo de vendas e desenvolvimento de negócios
2° - Engenheiro/projetista de software
3° - Enfermeiros
4° - Executivos de finanças e contabilidade
5° - Contadores
6° - Administrador de redes e sistemas
7° - Assistentes administrativos
8° - Analistas de implementação de software em empresas
9° - Analistas de pesquisas em negócios
10° - Profissionais de finanças
11° - Gerentes de projetos
12° - Especialistas em testes e controle de qualidade
13° - Gerentes de produtos
14° - Administradores de bancos de dados
15° - Gerentes de contas e atendimento a clientes
16° - Executivo de tecnologia
17° - Engenheiro elétrico
18° - Executivo de vendas
19° - Engenheiro mecânico
20° - Gerente de contratos com a área governamental
Futuro de TI no Brasil está em xeque por falta de profissionais
Os profissionais de TI não podem reclamar de falta de emprego. O crescimento do setor, acima da média de outros países e bem acima do crescimento da economia brasileira, está gerando uma enorme quantidade de vagas.
Dados da consultoria IDC mostram que, de 2006 até 2009, serão gerados na América Latina pelo menos 630 mil empregos em tecnologia, metade delas no Brasil (47%). Apenas para desenvolvimento de software, o País tem 15 mil vagas abertas sem profissionais disponíveis.
Mesmo com a criação, desde 2000, de dezenas de cursos de tecnologia, o ritmo de crescimento não é suficiente para atender a demanda das empresas. Além disso, a qualidade da educação superior não garante que os formados estejam aptos a entrar no mercado de trabalho.
Recentemente, o fechamento de uma das mais antigas faculdades de tecnologia de São Paulo, a FASP, por falta de recursos, gerou ainda mais apreensão.
Ricardo Basaglia, gerente da divisão de TI da Michael Page, empresa especializada em Recursos Humanos, chama atenção para a queda no interesse por cursos de tecnologia nas faculdades. “Nos últimos cinco anos, a procura caiu 30%”, relata.
O acesso mais fácil à tecnologia, para Basaglia, é um dos responsáveis por esse desinteresse. “O jovem hoje consegue, muito mais facilmente, avaliar se deseja ou não trabalhar com tecnologia”, afirma o gerente. Além disso, por conta da necessidade de alinhamento das áreas de TI com as de negócios, atualmente é possivel trabalhar com TI mesmo tendo cursado outros cursos, como administração.
Candidatos crescem, mas formados caem
Números do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), referentes a 2005 e 2006, mostram uma certa estabilidade na oferta de cursos de Ciência da Computação e na formação de profissionais. No período mencionado, as vagas oferecidas cresceram de 88,4 mil para 97,7 mil. Os candidatos inscritos nos processos de seleção foram de 149,2 mil para 154,3 mil.
Ao todo, 42,6 mil alunos ingressaram nas instituições de ensino em 2005. No ano seguinte, 44,9 mil foram aceitos. Apesar disso, apenas 15,6 mil alunos em 2005 e 16,9 mil em 2006 concluiram a faculdade.
Alexandra Reis, gerente de pesquisas da IDC, ressalta que mesmo com a queda no interesse por TI, o mercado não vai sofrer com falta de profissionais. “De uma forma ou de outra o mercado se ajusta”, aposta.
O maior problema, para Alexandra, está nos níveis hierárquicos mais altos. Como a oferta de emprego é grande, é mais interessante para um jovem apostar em um curso técnico do que investir quatro anos do seu tempo em uma formação superior.
Assim, se os cursos rápidos forem suficiente para suprir a demanda imediata, a falta de pessoas com nível superior pode gerar problemas para encontrar novos líderes. “Um gestor precisa pensar do ponto de vista de negócios, não basta conhecimento técnico. A falta de profissionais com cursos superiores pode gerar dificuldades para preencher esse tipo de vaga”, explica Alexandra.
Para o coordenador da área de MBA em tecnologia da PUC de São Paulo, Alexandre Campos Silva, uma diminuição no interesse é normal após o estouro da bolha. “É natural que, após o estouro da bolha da Internet, o interesse tenha diminuído”, diz.
Ou seja, defende o especialista, assim como as empresas de tecnologia sofreram para recuperar a credibilidade entre os investidores e o mercado, ainda vai demorar algum tempo para que o interesse dos jovens por faculdade em TI volte a crescer.
Copacabana estréia Wi-Fi grátis dia 22
A rede, que usa equipamentos da Motorola, oferecerá sinal de internet gratuito ao longo de toda a orla de Copacabana e vem sendo construída desde o final de 2007.
A rede foi projetada pelo COPPE, um grupo de pesquisadores da UFRJ, e sua construção foi financiada pela Secretaria de Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro.
Seis antídotos contra os vendedores insuportáveis de TI
No início dessa semana, publicamos uma reportagem que listava os seis tipos insuportáveis de vendedores de TI.
A grande quantidade de leitura nos fez pensar em uma maneira de auxiliar os leitores/compradores em criar técnicas de combate contra esses malévolos adversários que podem estragar um dia de trabalho.
A reportagem do COMPUTERWORLD procurou Alfredo Pinheiro, diretor da Compass Brasil, consultor de tecnologia com mais de 30 anos de experiência no setor e passagens na IBM e na Sterling Commerce, além de ter sido o diretor geral do Gartner Brasil.
Antes de dar qualquer dica, Pinheiro salientou: “o melhor conselho contra esses - e as outras dúzias de vendedores insuportáveis - é não comprar”. Confira as dicas e prepare a sua estratégia.
Homem do Sim
Como enfrentar aquele tipo de vendedor que diz sim a todas às perguntas, que garante que o produto dele tem todas as funcionalidades possíveis no mundo?
“Dê corda para ele se enforcar”, resume Pinheiro. Contra o Homem do Sim, o comprador precisa se armar com conhecimentos básicos sobre o produto e, depois que ele concordar com todos os absurdos que forem ditos, é só dar o golpe final.
“Peraí, mas essa função não existe no seu produto. Eu li no manual. Você está mentindo para mim?”. Com essas falas, garante o consultor, o Homem do Sim não vai ter condições de contra-argumentar.
Conheça o perfil do novo empreendedor de TI.
O Evangelista do Armageddon
A tática de tentar empurrar produtos para clientes por via do medo é tradicionalmente conhecida. Ficou famosa a história das vendas até o final do estoque de máscaras antigás em minúsculas cidades nos Estados Unidos por medo de ataques terroristas.
Para TI, o Evangelista do Armageddon falar que a empresa do cliente vai queimar no fogo do inferno se não comprar sua ferramenta.
A melhor resposta, diz Pinheiro, é fazer um choque de realidade nesse tipo de vendedor. “Controle tem limite. A empresa precisa produzir e isso é o mais importante”, diz.
O consultor completa: “O que mais me irrita nesses tipos não é a falta de ética, mas a infantilidade. Para esse tipo, mentiras como ‘acabei de ler que a corp. decidiu demitir vendedores no Brasil’ são válidas”.
O Caçador
Antes de começar a indicar dicas para lidar com o vendedor Caçador - aquele que persegue o cliente até que a venda seja feita - Pinheiro destaca que esse é o perfil de profissional que as empresas de TI procuram. “Difícil é não cruzar com um tipo desses”, diz.
A melhor maneira de lidar com o Caçador é colocar claramente o que você espera da empresa dele ou da ferramenta. Assim, reduz-se o espaço para perseguições enlouquecidas e comportamentos psicóticos. Mas, se isso falhar, não resta outra alternativa. “Vira para ele e diga na cara: Você está muito chato”, arremata.
Doutor sabe-tudo
A relação com o doutor sabe-tudo - ou homem catálogo - precisa ser cautelosa. Esse tipo de vendedor pode ser tão insuportável quanto útil, já que conhece como poucos as funcionalidades e os produtos da empresa, mas está tão envolvido com as suas próprias idéias que mal ouve o que é dito para ele.
“Como eles mais falam do que escutam, o cliente precisa tirar o doutor sabe-tudo do discurso e trazer ele para o diálogo”, aponta Pinheiro. Como ele é um curioso sobre os produtos que vende e a TI, o cliente precisa aprender a tirar o melhor dessa curiosidade.
Primo Ignorante
Para vendas de soluções complexas, Pinheiro sentencia a morte do primo ignorante - aquele vendedor que não conhece nada do produto e da TI, se restringindo a ler um script fixo como um atendente de call center.
Agora, quando se fala na venda de commodities, especialmente hardware, o primo ignorante é cotidiano.
Uma alternativa simples é ligar para o chefe do primo ignorante e simplesmente pedir para ser atendido por outro vendedor. No entanto, Pinheiro aconselha: “Se o fornecedor só mandou vendedores do tipo primo ignorante para falar com você, troque de fornecedor”.
O Grupinho
Sabe aquela situação em que você, o cliente, está em sentado em uma mesa, na sala de reuniões, pronto para fechar o contrato. Do outro lado, um time de 11 vendedores e gerentes olhando e analisando as suas reações.
Essa situação, defende Pinheiro, tem motivos louváveis e nada louváveis. “Quando a solução é muito complexa, com diversas variáveis, é importante o fornecedor chegar com o time. Até para entender com clareza o que o cliente está pedindo”, diz.
Para as razões não louváveis para os grupinhos, dois cenários são possíveis: uma absurda falta do que fazer no fornecedor ou um vendedor em risco que vai ser avaliado in loco. “Seja para a empresa parecer grande ou para avaliar o vendedor, não interessa para o cliente. Não faz diferença”, completa.
Conheça seis tipos insuportáveis de vendedores de TI
Quando a empresa de Craig Urizzola decidiu fazer um investimento de sete dígitos em um sistema de gestão, encomendou a uma revenda um hardware para rodá-lo.
“Informamos exatamente o que queríamos e acrescentamos que não precisávamos de storage, cluster, nada disso”, diz Urizzola, CIO da distribuidora de serviços de alimentação Saladino’s. “Mas a proposta deles veio com storage e 10 servidores a mais. Eles simplesmente não prestaram atenção.”
Apesar das reclamações, não se vive sem os vendedores. Você precisa deles para fazer transações, ouvir conselhos e manter-se informado sobre futuros lançamentos.
Para o comprador de TI, é fundamental estar preparado e vislumbrar do que precisará em curto e médio prazos e entender como os novos sistemas vão interagir com os já existentes. Acima de tudo, é preciso saber dizer não.
Infelizmente os profissionais de vendas não mudaram: poucos são solucionadores de problemas e conselheiros honestos. Muitos estão presos a scripts de marketing e estão mais preocupados em vender o que querem do que em vender o que você precisa comprar.
Para quem é vendedor, vale a pena saber qual é o perfil ideal do vendedor de TI. Mas, antes disso, conheça os seis dos tipos mais comuns de vendedores insuportáveis.
O homem “sim”
Quando você pressiona o homem do sim a dizer se o produto resolverá seu problema, ele diz: “Claro! Ele fará isso e unificará todos os seus sistemas e fará tudo funcionar suavemente, sem dificuldades”.
Talvez ele apenas não saiba se o produto satisfaz suas necessidades, mas tem medo de admitir e responde sim a tudo que você perguntar.
“Muitos vendedores fingem que conhecem nosso negócio, mas acabam dando algo de que não precisamos”, diz Joshua Koppel, diretor assistente de TI do departamento de Receita de Chicago.
Freqüentemente, os vendedores encobrem ou evitam abordar problemas de compatibilidade e integração. Às vezes o homem “sim” só está tentando atingir sua cota mensal. Neste caso, é difícil encontrá-lo depois da venda.
O evangelista do Armagedom
"Alguns vendedores são fãs do Apocalipse – você tem que adquirir o produto que ele vende ou algo muito ruim vai acontecer”, diz Katie Goodbaudy, especialista em suporte técnico da Airgas.
Em TI, isso se chama espalhar FUD (fear, uncertainty and doubt - medo, incerteza e dúvida), o que envolve alusões a produtos de um concorrente ou alguma vulnerabilidade de segurança. Goodbaudy faz seu dever de casa para assegurar que sua empresa esteja protegida, mas desconfia de vendedores que inventem vulnerabilidades de segurança.
O caçador
Certo, as pessoas precisam ser tenazes para realizar seu trabalho. Mas este tipo de indivíduo extrapola em cada passo do caminho, desde fincar o pé na porta até forçar uma venda. Neste processo, ele acaba perdendo possíveis clientes.
O grande contrato de ERP da empresa de Urizzola quase deu errado depois que a IBM se envolveu, insistindo que a Saladino's tinha que comprar seu hardware de uma determinada revenda. “Precisei ligar para o vice-presidente sênior da SAP e lhe pedir que fizesse a IBM desistir”, recorda.
O doutor sabe-tudo
O vendedor que acha que tem todas as respostas é particularmente irritante. Seu conhecimento é duvidável, mas ele nunca se perturba com as palavras. Não admite que não é capaz de responder sua pergunta e, muitas vezes, responde como um político, sem dizer nada real.
“Sou uma pessoa muito técnica e presto atenção aos detalhes, mas muitos destes vendedores têm um texto padronizado”, lamenta Koppel. “Gosto muito quando alguém diz: ‘Não sei, mas vou descobrir’. Faz você se sentir melhor em relação à resposta.”
O primo ignorante
O oposto do doutor sabe-tudo é o vendedor que desconhece totalmente seu negócio e vai para as reuniões despreparado. “Já lidei com vendedores que não têm idéia do que estão fazendo falam seguindo um script”, conta Goodbaudy.
“As revendas de hardware não parecem fazer qualquer dever de casa e não parecem se importar com o que fazemos”, salienta Urizzola. Ele acha que isso acontece porque hardware é um commodity mais trocável do que software corporativo, mas a abordagem impessoal e desinformada não ajuda.
O grupinho
É a tropa do representante de vendas. Ele aparece nas reuniões cercado de uma grande equipe de colegas de trabalho (que em geral inclui o chefe) com a intenção de fazer você comprar mais do que precisa. Larry Pritchard, CIO do Schaeffler, chama isso de “lotação sem valor agregado”.
Esta tática raramente dá certo. “Se já conversamos com o vendedor sobre o que queremos e minha equipe já definiu nossos requisitos, agora só resta fechar o negócio”, explica.
Koppel lembra a ocasião em que precisou comprar um item de 10 mil dólares e o fornecedor chegou com nove sócios vestidos de terno. “Fiquei lá sentado me perguntando o quanto do meu dinheiro seria gasto para suportar estas nove pessoas.”
Supercomputador da IBM quebra barreira do petaflop de processamento
Este supercomputador é o segundo modelo do Roadrunner. O primeiro alcança 70 teraflops, e também é usado pelo Los Alamos National Laboratory.
Sharon Gaudin, editora do Computerworld, de Framingham
Supercomputador de 16 teraflops acelera pesquisas geológicas
Um supercomputador instalado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) promete revolucionar as pesquisas geológicas e oceanográficas no Brasil. Batizada de Netuno, a máquina tem a capacidade computacional de 16,2 teraflops, ou mais de 16 trilhões de operações matemáticas por segundo.
O Netuno está instalado em dez gabinetes com 2,2 metros de altura cada. O projeto, que contou com a implementação da integradora Cimcorp, consumiu investimento de 5,8 milhões de reais, patrocinados pela Petrobras. Cerca de 25 pessoas participaram da criação do Netuno, 20 delas no processo de planejamento, que durou 8 meses, e o restante na montagem do gigante.
Comparativamente, o poder de processamento do Netuno é de 256 servidores. A expectativa, de acordo com Antonio Fonte, vice-presidente de vendas da Cimcorp, é que o supercomputador se posicione entre os 100 maiores do mundo.
A máquina será usada, primariamente, para cálculos que possibilitam o mapeamento do solo e a previsão de movimentação dos oceanos. Segundo Ricardo Bragança, geofísico do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobrás (Cenpes), a principal função do Netuno é criar softwares para pesquisas científicas.
Bragança explica que a capacidade de processamento do supercomputador vai permitir o desenvolvimento de sistemas muito mais completos de geofísica. “O Netuno não será usado no dia-a-dia dos pesquisadores. É uma máquina voltada para o desenvolvimento de softwares. Testar sistemas de geofísica e oceanografia demanda supercomputadores com essa capacidade”, explica o geofísico.
O pesquisador da UFRJ, Sérgio Guedes, coordenador do projeto, dá uma idéia do quanto a máquina é poderosa. “Para fazer uma simulação das movimentações do Oceano Atlântico nos próximos 20 anos sem o Netuno gastaríamos uns dois anos. Com ele é possível realizar a mesma tarefa em 20 dias”, afirma Guedes.
Investimentos
A participação da Petrobras no projeto se dá a partir das Redes Temáticas de Geofísica Aplicada e de Oceanografia que a empresa mantém em parceria com 16 instituições de pesquisas.
De acordo com a Lei do Petróleo — Lei 9.478, de 1997 —, as jazidas que produzem sozinhas mais de 1 bilhão de barris de petróleo devem ter 1% da receita bruta gerada aplicada em pesquisas. No caso da Petrobras, isso representa cerca de 500 milhões de reais.
Bragança explica que metade desse montante tem de ir, necessariamente, para instituições de pesquisa e a outra metade pode ser gasta internamente. A criação das redes temáticas foi a solução encontrada pela empresa para distribuir melhor os recursos entre as diversas instituições do País.
Ao todo, são 38 redes temáticas. No caso do Netuno, participam a rede de geofísica, responsável por 4,7 milhões de reais de investimento, e a de oceanografia, que entrou com os 800 mil reais restantes.
O Netuno está funcionando na UFRJ, mas poderá ser utilizado por qualquer outra universidade, sempre para fins de pesquisas. Os cálculos realizados pelo supercomputador vão ajudar diversos segmentos, principalmente os que dependem de recursos naturais e têm suas atividades impactadas por mudanças climáticas ou de ambiente.
Também nesta semana, um supercomputador que custou 48 milhões de reais foi adquirido pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, pelo Instituto de Pesquisas Espaciais e pela Fundação de Amparo a Pesquisa de São Paulo, para ser usado em pesquisas climáticas.
Supercomputador mais rápido do mundo usa chip do PS3
O RoadRunner, supercomputador da IBM que quebrou a barreira dos pentaflops na semana passada, está em primeiro lugar na lista dos computadores mais rápidos do mundo, a Top 500, divulgada nesta quarta-feira (18/06) no International Supercomputing Conference, em Dresden, na Alemanha.
A máquina desbancou o IBM BlueGene/L, que estava na primeira posição desde 2004, que caiu para o segundo lugar. Na Top 500, a IBM aparece 210 vezes entre os 500 supercomputadores mais poderosos. A HP não ficou longe deste número, aparecendo 183 vezes. O terceiro colocado, é também da IBM: o Blue Gene/P.
O Brasil melhorou sua participação no ranking deste ano. O supercomputador Netuno, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é um Dell PowerEdge instalado este ano para estudos geofísicos e alcançou a posição 138 na lista. É a única máquina brasileira no Top 500 de junho de 2008.
Na última lista, de novembro de 2007, o Brasil só aparecia no 451º lugar, com o HP bw10, da Petrobrás. O mesmo supercomputador ocupava a 216ª posição na lista anterior, de junho de 2007.
O Roadrunner é capaz de executar 1.026 quadrilhões de cálculos por segundo, mais do dobro do segundo colocado. O supercomputador foi encomendado pelo Departamento Nacional Administração e Segurança de Energia Nuclear dos Estados Unidos, para ser usado no Laboratório Nacional de Los Alamos. Segundo a IBM, ele custou 100 milhões de dólares para ser construído.
A máquina agrega o poder de 12.240 chips Cell e 6.562 processadores dual-core AMD Opteron no servidor blade IBM QS22. Os processadores Cell, anunciados inicialmente para uso no videogame Playstation 3, da Sony, foi desenvolvido em conjunto pela IBM, Sony e Toshiba.
A lista completa do Top500 pode ser acessada no site da organização.
Martyn Williams, editor do IDG News Service, do Japão
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Os 5 usuários do inferno, na visão do pessoal de TI
Conheça os perfis dos cinco usuários que mais infernizam a vida dos profissionais de TI e acompanhe também a definição do usuário que eles consideram dos sonhos.
Quais são os arquétipos destes usuários e qual é a melhor maneira de lidar com eles? Apresentamos os cinco tipos de usuários mais comuns, colhidos entre profissionais de TI em campo, e acrescentamos uma variedade angelical para proporcionar uma boa medida.
1. O Sabe-Tudo
Você conhece este usuário. Ele sabe um pouco de HTML, desfragmentou o disco rígido uma vez e agora pensa que é um engenheiro e sabe mais do que você. Muitas vezes se recusa a seguir políticas e normas corporativas e costuma enfiar a cabeça na sala do servidor “só para ver o que você anda fazendo”.
O Sabe-Tudo insiste em fazer as coisas do seu jeito. Muda opções e configurações do computador só porque consegue fazer isso e tende a conectar dispositivos e baixar software que TI não suporta.
E, como é de se esperar, é arrogante o suficiente para achar que nunca está errado.
Como lidar: “De vez em quando abordo detalhes muitos técnicos para ver se ele entende o que estou dizendo”, explica Dan Olson, diretor de TI da Farstad Oil, subsidiária da SPF Energy. “Se é só bravata, ele percebe rapidamente que não sabe do que estou falando e é obrigado a admitir que sei mais do que ele.”
Alguns profissionais de help desk bloqueiam os computadores dos sabichões para que eles não possam causar grandes estragos e outros dizem que a solução é se mostrar compreensivo. Afinal, o Sabe-Tudo talvez esteja apenas tentando expandir seu conhecimento. Qualquer que seja o caminho, ensinam os gerentes de TI, não perca a calma – o que, com este tipo de usuário, pode ser mais fácil falar do que fazer.
2. O Ignorante
Todo mundo já ouviu a piada do usuário que procura em vão a tecla “qualquer” quando o computador lhe pede que “pressione qualquer tecla”. Mas, infelizmente, não é piada. Apresento-lhe o Ignorante, o oposto do Sabe-Tudo. Ele entende tão pouco de tecnologia que precisa ser conduzido pelas mãos nas tarefas mais simples.
Estes usuários novatos demandam muita atenção e, em geral, precisam de muitas visitas para obter a ajuda necessária. Freqüentemente são incapazes de explicar os problemas por telefone ou e-mail.
O Ignorante gosta de rotina e tem pavor de mudança – logo agora que aprendeu um programa ou tarefa, tem que se adaptar a algo novo ou diferente. Além disso, fica transtornado com ícones desconhecidos ou barras de ferramentas novas.
Como lidar: Um pouco de empatia também ajuda muito aqui, diz Kenneth Lauderdale, engenheiro da marinha norte-americana que antes exercia a função de suporte a TI em tempo integral e agora suporta usuários em regime de meio expediente. Segundo Lauderdale, os profissionais de TI às vezes têm dificuldade de se colocar no lugar de usuários novatos, em parte porque não podem presumir que eles tenham qualquer nível de proficiência técnica.
Olson concorda: “É difícil para os geeks simplificarem muito as coisas”. McCloud, da Mac Equipment,procura não ficar frustrado com seus usuários inexperientes e se empenha para que eles aprendam sobre tecnologia e não tenham medo de seus computadores. Uma boa equipe de TI oferece treinamento, disponibiliza documentos com capturas de tela e “segura a mão” quando é preciso.
Para despertar a confiança de usuários iniciantes, um gerente de help desk de uma empresa em Denver, que solicitou anonimato, criou e arquivou centenas de vídeos de treinamento muito simples usando o software de captura de tela Captivate, da Adobe.
O programa de aprendizagem baseado em Flash utiliza capturas de tela, podcasts e animação para orientar usuários em tarefas como inserir uma tabela em um documento do Word, mudar configurações de impressora ou usar um recurso específico do PowerPoint. O departamento de TI acrescenta continuamente novos vídeos tutoriais conforme as necessidades dos usuários. Desde que os vídeos foram implementados, no ano passado, o número de chamados ao help desk caiu pela metade.
John O'Keefe, técnico de suporte da Oxxford Clothes, concorda que capturas de tela e outros elementos visuais são muito úteis para ensinar usuários. Ele recorre a poucas instruções por escrito, mas alerta que as imagens usadas como ferramentas de ensino têm que ser idênticas ao que os usuários verão no mundo real.
3. O Todo-Poderoso
Este tipo de usuário, que tem várias subespécies, adora perguntar: “Você sabe com quem está falando?” Pode ser o CEO da empresa que (vamos admitir) é genuinamente poderoso ou um funcionário do marketing que acha que tem direitos simplesmente porque você atua na área de serviço ao cliente e ele não.
Esta dupla toda-poderosa está sempre estourando o prazo de um projeto super importante e se sente no direito de exigir sua atenção imediata, pedir que você passe por cima de procedimentos pré-estabelecidos ou telefonar-lhe quando você está com um pé fora da porta às seis horas da tarde de sexta-feira.
Como lidar: Delicadamente. Todos os departamentos adotam políticas, e os usuários que ocupam posições importantes podem dificultar sua vida até que um problema esteja resolvido.
Para seu próprio bem, quando lidar com um executivo sênior, deixe de lado o que você está fazendo e vá resolver o problema dele, aconselham os profissionais de suporte. É a atitude mais inteligente diante da existência de hierarquias.
Também é prudente, às vezes, satisfazer as demandas dos usuários que ocupam posições mais baixas no pódio corporativo, se a posição for validada pelos superiores destes usuários.
O'Keefe, da Oxxford, atua em help desk há mais de duas décadas e volta e meia se depara com uma “raça” especial de usuários que acha que não tem obrigação de realizar certas tarefas – por exemplo, executar updates do Windows.
De qualquer forma, os gerentes sugerem que você se esforce para frear a língua, mesmo quando os problemas são da alçada do próprio usuário. Nestes casos, o ideal é resistir à tentação de esfregar o erro na cara de alguém. Em vez de dizer “você errou” e apontar o erro, suavize o golpe explicando o que aconteceu
4. O Acusador
O Acusador nunca acha (ou, pelo menos, nunca admite) que é culpado pelos próprios problemas – o culpado é você.
Quando o sistema está mais lento, ele presume que TI “fez alguma coisa no servidor”. Se documentos foram perdidos ou desviados e senhas foram esquecidas, a culpa é do help desk. Jobs de impressão direcionados incorretamente e pastas de e-mail perdidas fazem parte de uma grande conspiração de TI para estragar seu dia de trabalho.
Você sabe que está diante de um Acusador quando ouve frases do tipo: “Estava tudo bem e de repente meu sistema pifou. O que vocês fizeram?”
Como lidar: É impossível ganhar uma guerra contra Acusadores, por isso nem tente, observam os profissionais de help desk. Se eles têm coragem de insistir que a culpa é sua mesmo sabendo, lá no fundo, que não é, não há como fazê-los voltar atrás nem em público e nem em particular.
Não entre em uma discussão boba com um Acusador. Lauderdale, da marinha norte-americana, diz que é difícil ajudar alguém assim e sugere neutralidade, mesmo que seja preciso fingir. “Tento dizer algo como ‘É, este software é horrível’.” A meta de Lauderdale é dar ao Acusador a sensação de que ele não está sozinho, de que outros usuários estão tendo dificuldade com uma aplicação ou uma tarefa específica.
É igualmente importante ajudar os usuários a entender que existem políticas e procedimentos de TI para proteger os dados corporativos e que os usuários e a equipe de help desk, no fim das contas, estão do mesmo lado. Políticas e procedimentos claramente definidos ajudam a acalmar o usuário, atenuar o jogo da culpa e, melhor de tudo, proteger a reputação de TI.
5. O Gênio de Vinte-e-Poucos Anos
Este indivíduo tem dezenas de aplicações freeware, três programas de mensagem instantânea e um arsenal de software open-source não autorizado no computador, e sabe usar um web site proxy para bypassar o firewall da empresa.
O Gênio de Vinte-e-Poucos Anos é primo do Sabe-Tudo, com a diferença de que realmente conhece alguma coisa de tecnologia. Você consegue travar debates técnicos com ele. O Gênio sabe se software não-GPL pode ser linkado dinamicamente a bibliotecas GPL, por exemplo. No trabalho, ele tem um Tux, o pingüim mascote do Linux. Provavelmente é usuário de games de computador.
Como lidar: É possível, simultaneamente, aderir ao entusiasmo do Gênio e manter um limite para suas aventuras tecnológicas? Você deve tentar, recomendam os gerentes. Mas, por mais perspicazes e capazes que eles pareçam, não deixe que façam loucuras na sua rede. Se não forem controlados, podem expor as “jóias” da empresa sem querer.
Os Gênios podem ser muito úteis. Outros usuários talvez queiram pedir ajuda a eles antes de fazer um chamado ao help desk. Olson, da Farstad Oil, se apóia em usuários com conhecimento técnico para ajudar pessoal remoto ao qual não tem acesso físico. “Mas você tem que tomar cuidado para que eles não ultrapassem os próprios limites. Podem cometer algum erro”, alerta.
Sem dúvida, nem todos os arquétipos de usuários são negativos ou problemáticos. Cada vez mais, os profissionais de help desk vêm seus empregos como uma oportunidade de ensino, dando aos usuários confiança para resolver seus próprios problemas, fazer tentativas e experimentar coisas novas.
Eles vão além de resolver um problema – transmitem ao usuário o conhecimento para melhorar a produtividade. Obviamente, o usuário tem que estar aberto e disposto a abraçar estes ensinamentos, o que nos leva ao Usuário dos Sonhos.
Você poderia pensar que os profissionais de help desk definem o Usuário dos Sonhos como alguém do qual nunca ouvem falar. Ledo engano. Apesar de terem opiniões ligeiramente diferentes sobre os arquétipos de usuários mais negativos, os especialistas de help desk concordam quanto ao usuário dos seus sonhos.
“Se nunca ouço falar de uma pessoa, provavelmente é porque ela está lutando contra alguma coisa que está minando sua produtividade”, diz Olson. Em comparação, um dos usuários remotos mais experientes telefonou para Olson depois de receber uma mensagem de erro enquanto trocava uma placa de vídeo. “Ele queria saber por que isso tinha acontecido. O desejo de conhecimento deste usuário me encantou.”
Lauderdale descreve o Usuário dos Sonhos em termos semelhantes. “É alguém que cresce com a ajuda que você lhe dá. Absorve o conhecimento que você lhe passa para resolver um problema e é capaz de aplicá-lo em outro problema.” “Meu usuário favorito é o pró-ativo”, diz um gerente de help desk. “Se as pessoas não estão telefonando, provavelmente estão se frustrando.”
“Meu Usuário dos Sonhos é alguém que presta atenção ao que digo”, revela McCloud. “Não me importo se as pessoas telefonam muito. Ignorância não é problema, mas preste atenção ao que estou dizendo e siga as orientações. Tome nota se for preciso e não tenha medo. Seja receptivo e respeitoso como fui com você.”
Tudo se resume à interação humana. Um relacionamento com o usuário/help desk produtivo é aquele em que os técnicos ajudam os usuários a resolver problemas não com jargão técnico, mas com paciência e sólidas habilidades interpessoais. O usuário, por sua vez, precisa ser receptivo a ajuda e ter vontade de aprender.
Como diz McCloud, um técnico de help desk bem-sucedido gosta de ajudar as pessoas e não se incomoda de “sujar as mãos”. Mas ele não conseguiu resistir a uma última brincadeira. “Minha carreira em TI melhorou muito depois que meus filhos nasceram. Ouço choro por todos os lados.”